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	<title>Sitio Gralha Azul</title>
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	<description>Seu alimento cultivado em um jardim!</description>
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		<title>A dança de Gaia</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 18:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexvpp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gaia]]></category>

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		<description><![CDATA[A fumaça densa do vulcão tinge a atmosfera como a tinta negra do polvo em fuga. Turbilhões e redemoinhos de todos os tons entre o preto e branco serpenteiam ao som de estrondos e línguas de fogo que lambem o céu. A terra treme. Pelas costas da montanha, lava ruiva dança e escorre em movimentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>A fumaça densa do vulcão tinge a atmosfera como a tinta negra do polvo em fuga.</p>
<p>Turbilhões e redemoinhos de todos os tons entre o preto e branco serpenteiam ao som de estrondos e línguas de fogo que lambem o céu.</p>
<p>A terra treme.</p>
<p>Pelas costas da montanha, lava ruiva dança e escorre em movimentos suaves, enquanto o odor ocre impossível de não ser percebido se espalha pelo ar.</p>
<p>Uma multidão de animais alimenta-se de folhas e frutos das plantas que agasalham a lava enrijecida, lavada pela chuva, açoitada pelo vento e transformada em solo. Nogueiras carregadas servem de parque de diversões para crianças e um casal de namorados à sombra na beira do rio.</p>
<p>Torrentes de microrganismos marinhos se alimentam da fumaça dissolvida na água, e iniciam uma dança de vida e morte, iluminada pelos raios do sol poente que roçam suavemente as barbatanas de peixes a passear despretensiosamente.  Uma chuva de cristais formada por carapaças de seres microscópicos se precipita pressionando o leito oceânico, instigando mais uma expiração&#8230;</p>
<p>E o vulcão suspira.</p>
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		<title>Precisamos mesmo expandir a área agrícola para produzir alimentos no Brasil?</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 18:38:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexvpp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A era da informação é fantástica. Na velocidade de um “click” e no leve movimentar de um dedo, podemos acessar Zetabytes de informação: no ano de 2011, a humanidade produziu 1,9 Zetabytes.  Traduzindo isso para uma unidade mais acessível; 1,9 Zetabytes equivalem a 57.5 bilhões de ipads (cada unidade com um HD de 32 Gigabytes). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p style="text-align: justify;">A era da informação é fantástica. Na velocidade de um “click” e no leve movimentar de um dedo, podemos acessar Zetabytes de informação: no ano de 2011, a humanidade produziu 1,9 Zetabytes.  Traduzindo isso para uma unidade mais acessível; 1,9 Zetabytes equivalem a 57.5 bilhões de ipads (cada unidade com um HD de 32 Gigabytes). Com essa quantidade de “ipads” podemos construir uma montanha 238 vezes maior do que o Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim, as respostas à pergunta que inicia esse texto não são claras.</p>
<p style="text-align: justify;"> Por um lado, “ruralistas” defendem a expansão das áreas agrícolas em detrimento de florestas e serviços ambientais; afirmam enfaticamente que sem esta, o Brasil e o mundo passarão fome em um futuro próximo. Por outro lado, “ambientalistas” dizendo que não; há área suficiente para produzir alimentos e salvaguardar os ecossistemas e os serviços que estes executam desde que a agricultura seja feita de forma racional.</p>
<p style="text-align: justify;">Ambas as faces da moeda tem seus argumentos e agendas específicas, e como tal, tem uma forte tendência a puxar a brasa para sua própria sardinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, a pergunta permanece: tem sardinha pra todo mundo no Brasil?</p>
<p style="text-align: justify;">Decidido a escalar 238 morros Pão de Açúcar de informação para encontrar a resposta, carimbei meu passaporte como “cientista” e parti em uma expedição numérica.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro destino: Qual a quantidade de alimentos produzida em nosso país?</p>
<p style="text-align: justify;">Preparado para subir uma montanha a pé e sem cordas, dei de cara com um teleférico envidraçado para apreciar a paisagem: cheguei ao FAOSTAT (faostat.fao.org), órgão das Nações Unidas responsável pelas estatísticas referentes à alimentos e agricultura em mais de  200 países.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi fácil chegar a dados Brasileiros de 2007 (os mais recentes). Com dois ou três “clicks”, cheguei a uma tabela com mais de 100 itens, com dados de produção detalhados desde algodão a vegetais, passando por óleos, carnes, frutas e castanhas.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo destino já veio em forma de resposta, na mesma tabela: colunas apresentando a disponibilidade diária por habitante de calorias, gorduras, proteínas e quantidade de alimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 5 minutos, meu teleférico-bala envidraçado com poltronas confortáveis me deixou no 237<sup>o</sup> Pão de Açucar. Descí, e caminhando decidí compilar apenas alguns alimentos que compõe a dieta básica dos brasileiros. O resultado está na tabela a seguir:</p>
<div id="attachment_121" class="wp-caption aligncenter" style="width: 596px">
	<a href="http://sitiogralhaazul.net/wordpress/wp-content/uploads/2012/03/alimentos_brasil.jpg"><img class="size-full wp-image-121  " title="alimentos_brasil" src="http://sitiogralhaazul.net/wordpress/wp-content/uploads/2012/03/alimentos_brasil.jpg" alt="" width="596" height="421" /></a>
	<p class="wp-caption-text">Produção de alimentos Brasil 2007</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Minha aventura numérica durou menos do que a degustação de um sonho com goiabada. Tão fácil quanto apreciar maravilhas da panificação como sonhos e pães de açúcar, dá para concluir nos dados de 2007 que a produção de alimentos é suficiente para alimentar a população brasileira, com muita folga.</p>
<p style="text-align: justify;">Contabilizando apenas 21 itens de mais de 100, montando uma cesta bem básica de alimentos, somos capazes de suprir as quantidades de proteínas de um adulto brasileiro de 70Kg todos os dias, com folga (“diferença”, na tabela). A mesma situação para o fornecimento de calorias e gorduras.</p>
<p style="text-align: justify;">Note que em “Total” (Kg/capita/ano), produzimos o equivalente a 635 Kilos de alimentos de qualidade para cada brasileiro; por ano. Se dividirmos esse valor por 365, chegamos em 1,73Kg de alimento por dia; o que representa três lautas refeições diárias de mais de meio quilo cada uma.</p>
<p style="text-align: justify;">Observando o Total disponível de Kcal/capita/dia, é evidente que a agricultura brasileira já produz o equivalente às necessidades diárias de um adulto de 70Kg que realiza esforço mediano; ou seja, 2.500 calorias diárias.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante destacar que não foram consideradas ineficiências no cálculo; ou seja, perdas no transporte, indústria, desperdício etc. Mas por outro lado, também não consideramos as taxas de obesidade e de pessoas que dispõe de bem mais do que sua dose de alimentos diária necessária à sobrevivência.</p>
<p style="text-align: justify;">Sonhos, sardinhas e pães doces a parte, a brincadeira acima certamente é tão inconsistente quanto uma massa de pão com excesso de água. Um bom padeiro sabe que dalí sairá um bom pão, bastando acrescentar farinha e sovar bastante.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma, os dados simplificados apontam uma direção: Há alimento para todos sim; e com sobras. Mas ainda assim, temos brasileiros passando fome todos os dias. E não é por falta de área agricultável; nem por falta de tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Por que será então?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Outono</title>
		<link>http://sitiogralhaazul.net/wordpress/2012/outono/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 18:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexvpp</dc:creator>
				<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[outono]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[A brisa fria que arrepia os pelos do braço, e balança os cachos de arroz quase maduros anuncia a chegada do Outono. O milho verde virou sorriso nos lábios das crianças adoçados pelo curau; e as sementes da próxima safra anseiam pelo calor do sol de inverno em preparação para germinar em um novo ciclo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>A brisa fria que arrepia os pelos do braço, e balança os cachos de arroz quase maduros anuncia a chegada do Outono.</p>
<p>O milho verde virou sorriso nos lábios das crianças adoçados pelo curau; e as sementes da próxima safra anseiam pelo calor do sol de inverno em preparação para germinar em um novo ciclo.</p>
<p>O sol do verão que passou se fará presente em prosa no pé do fogão a lenha que coze sem pressão o feijão colhido na semana passada; enquanto esquenta a casa e a água que banhará a matéria que se confunde em solo, planta, bicho e gente.</p>
<p>Batatas brotando do chão é tempo de plantar o trigo, a ervilha e a linhaça dourada; colher as gotas de chuva que em breve desaparecerão, junto com as andorinhas, deixando saudades de sua farra no telhado.</p>
<p>Outono é tempo de céu azul oceânico, de altos-cirrus pincelados anunciando a chegada de mais uma frente fria.  É tempo de plantar brócolis, cenouras coloridas, alho poró.</p>
<p>Tempo de ler poesia até a garganta dar um nó.</p>
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		<title>Edible Schoolyard</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 19:53:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexvpp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Livro delicioso, da chef revolucionária do Chez Panisse, Alice Waters, onde ela conta detalhadamente suas experiências transformando o pátio, a cantina, e a vida das crianças de uma escola fundamental em Berkley, a partir de 1971, quando nem se sonhava com todo esse &#8220;hype verde&#8221; que vemos agora. Alice passava todos os dias na frente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><img class="size-medium wp-image-112 alignleft" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="edible-schoolyard" src="http://sitiogralhaazul.net/wordpress/wp-content/uploads/2011/11/edible-schoolyard-300x224.jpg" alt="capa do livro Edible Schoolyard" width="243" height="182" /></p>
<p>Livro delicioso, da chef revolucionária do <a href="http://www.chezpanisse.com/reservations/" target="_blank">Chez Panisse</a>, Alice Waters, onde ela conta detalhadamente suas experiências transformando o pátio, a cantina, e a vida das crianças de uma escola fundamental em Berkley, a partir de 1971, quando nem se sonhava com todo esse &#8220;hype verde&#8221; que vemos agora.</p>
<p>Alice passava todos os dias na frente da escola Martin Luther King Jr a caminho de seu Chez Panisse, e não se conformava com os extensos pátios de concreto, e alimentação pobre e morta oferecida às crianças de todas as idades. Escreveu um artigo no jornal local expressando sua opinião; e para sua surpresa, alguns dias depois, encontrou debaixo de sua porta um bilhete assinado por um dos diretores da escola, pedindo seu auxílio para transformar essa realidade. Foi o que ela e um grupo criativo de professores fez, e hoje, mais de 30 anos depois, o trabalho continua através da <a href="http://www.edibleschoolyard.org/#" target="_blank">Chez Panisse Foundation</a>.</p>
<p>Recomendo muito a leitura para educadores, professores, pais, crianças, e pessoas interessadas em melhorar o mundo a partir de suas relações com a comunidade a qual pertencem.</p>
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		<title>Minimalismo</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 18:34:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexvpp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minimalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos oficialmente lançando um novo movimento aqui em casa. Agora somos Minimalistas. Oficialmente por que já temos uma natureza minimalista, de valorizar o ser e não o ter. Nos dois anos  em que nossa casa era um trailer, tínhamos uma lei escrita em pedra: “entrou uma coisa, sai outra”, por que cada centímetro quadrado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Estamos oficialmente lançando um novo movimento aqui em casa. Agora somos <em>Minimalistas</em>.</p>
<p>Oficialmente por que já temos uma natureza minimalista, de valorizar o ser e não o ter. Nos dois anos  em que nossa casa era um trailer, tínhamos uma lei escrita em pedra: “entrou uma coisa, sai outra”, por que cada centímetro quadrado de armário e gaveta em um trailer, com duas crianças, conta. Não há espaço para o supérfluo, inútil, desnecessário. Não há espaço para “quereres” além das medidas, literalmente.</p>
<p>Queremos significado, experiências, emoções, convivências. Não queremos ser obcecados por coisas materiais, por “fazer coisas” o tempo todo ou fazer demais.  Buscamos qualidade, e não quantidade.</p>
<p>Nas sábias palavras de Leonardo da Vinci, “Simplicidade é a sofisticação definitiva”.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ketchup de Tomate Pêra-Amarelo</title>
		<link>http://sitiogralhaazul.net/wordpress/2011/ketchup-de-tomate-pera-amarelo/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 15:48:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexvpp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recipes]]></category>

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		<description><![CDATA[Ingredientes: 1 Cebola Roxa Grande descascada e picada grosseiramente 1/2 cabeça de funcho aparada e picada grosseiramente 1 talo de salsão (aipo) aparado e picado grosseiramente óleo de oliva 1 pedaço (do tamanho de um polegar) de gengibre descascado e picado grosseiramente 2 dentes de alho descascados e picados 1/2 pimenta vermelha fresca sen sementes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><strong>Ingredientes:</strong></p>
<ul>
<li>1 Cebola Roxa Grande descascada e picada grosseiramente</li>
<li>1/2 cabeça de funcho aparada e picada grosseiramente</li>
<li>1 talo de salsão (aipo) aparado e picado grosseiramente</li>
<li>óleo de oliva</li>
<li>1 pedaço (do tamanho de um polegar) de gengibre descascado e picado grosseiramente</li>
<li>2 dentes de alho descascados e picados</li>
<li>1/2 pimenta vermelha fresca sen sementes e picada finamente</li>
<li>1 punhado de manjericão fresco, folhas aparadas e talos picados</li>
<li>1 colher de sopa de sementes de coentro</li>
<li>2 cravos da Índia</li>
<li>1 colher de chá de pimenta do reino moída na hora</li>
<li>Sal marinho</li>
<li>1000g de tomates Pêra-Amarelos cortados ao meio</li>
<li>200ml de vinagre de vinho tinto</li>
<li>70g de açúcar mascavo macio</li>
</ul>
<p><strong>Modo de Preparo:</strong></p>
<p>Coloque todos os vegetais em uma panela larga de base pesada com uma grande borrifada de óleo de oliva e o gengibre, o alho, a pimenta vermelha, os talos de manjericão, as sementes de coentro, os cravos da índia. Tempere com pimenta do reino e uma boa pitada de sal.</p>
<p>Cozinhe em fogo baixo por 10 a 15 minutos, até que fiquem tenros, mexendo de vez em quando. Adicione todos os tomates e 350ml de água gelada. Deixe ferver e cozinhe em fogo brando, até que o molho reduza pela metade.</p>
<p>Acrescente as folhas de manjericão, depois bata o molho em um processador de alimentos ou com um mixer manual e passe-o duas vezes por uma peneira, para deixá-lo uniforme e brilhante. Coloque o molho em uma panela limpa, e adicione o vinagre e o açúcar. Coloque o molho em fogo brando e cozinhe gentilmente até que ele reduza e engrosse para ficar com a consistência de Ketchup. Nesse ponto, corrija o tempêro a gosto.</p>
<p>Com uma colher, passe o Ketchup por um funil esterilizado, despejando-o em garrafas esterilizadas; depois sele-as firmemente e coloque em um local fresco e escuro ou na geladeira, até o momento de usar &#8211; ele deve se conservar por 6 meses.</p>
<p>Bibliografia consultada: Jamie em casa: Cozinhe para ter uma Vida Melhor.</p>
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